sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Fotos inéditas da performance"Estudo para dia sem sapatilha"
Retomando o projeto da performance "Estudo para dia sem sapatilha", redescobrindo nossas fotos..!!
Grito Rock Edição de 2010 em Araraquara/SP.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
(In)dizível - Degustações
“... agora cospe suas folhas e nos tosse o oxigênio...” Guito Britto.
O novo trabalho da Cia encontra-se em andamento, são degustações urbanas permeando nosso cotidiano veloz e, por muitas vezes, atroz.
Agradecimentos à fotografia de Élid Mendonça.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Como foi...!
III CONCLADIN
Inauguramos mais um laço!!!
Um abraço ensolarado aos amigos do Catavento, Grupo de Estudos da Unesp Araraquara.
E desse abraço surge um novo estudo... nascido carinhosamente para a III CONCLADIN, III Conferência Internacional do Centro de Estudos das Culturas e Línguas Africanas e da Diáspora Negra.

“Estudos para Rosa” é uma coleção de pequenas coreografias sobre a relação da mulher com a terra e com a sua sexualidade. Cada coreografia é independente e tem por objetivo estudar a pluralidade dos aspectos a serem reunidos no espetáculo para caixa preta "Rosa".
Nesse estudo, “África para Dentro”, especialmente composto para o III CONCLADIN, existe uma busca interna em cada um dos corpos que dançam como caminho para percorrer a África, observando o diálogo do corpo com seu entorno. O olhar para o continente de forte influência na formação do povo brasileiro é um olhar profundo sobre a trajetória do movimento corpóreo, através do passar do tempo, com o trilhar das histórias de vida.
Com concepção de Moema Guimarães, as intérpretes criadoras Dany Gianotti, Hiadine Corrêa e Neila Andrade mergulham nesse caminhar interno, olhando para fora, utilizando elementos da oralidade como a música do grupo belga/Congo Zap Mama e o mito sobre a origem da água e dos alimentos, contado entre o povo Ashanti, antigo Império na África Central que se estendia da Gana central para o Togo dos dias atuais e Costa do Marfim.
Buscando o diálogo com o próprio corpo e com o ancestral, o estudo de movimento foi feito a partir da movimentação dos animais, do estar em ninhada, do momento da fêmea com a cria, do corpo da fêmea, de danças e rituais em círculos e do tato e contato com o corpo do outro ser.
O cerne desse estudo consiste em como instinto e cultura se entrelaçam tendo como feixe o “ser fêmea”, e nesse diálogo as individualidades caminham banhadas pela fertilidade e sentimento; vivenciando o “dar as mãos” como celebração de existência em comunidade, olhando o passado num fazer presente de seres vivos e como um clamar pela essência de ser humano.
Para dentro do “ser fêmea”, e esse “ser” para dentro dos outros seres, são carnes emaranhadas, são vidas dependentes, umas das outras.
Um abraço ensolarado aos amigos do Catavento, Grupo de Estudos da Unesp Araraquara.
E desse abraço surge um novo estudo... nascido carinhosamente para a III CONCLADIN, III Conferência Internacional do Centro de Estudos das Culturas e Línguas Africanas e da Diáspora Negra.
“Estudos para Rosa” é uma coleção de pequenas coreografias sobre a relação da mulher com a terra e com a sua sexualidade. Cada coreografia é independente e tem por objetivo estudar a pluralidade dos aspectos a serem reunidos no espetáculo para caixa preta "Rosa".
Nesse estudo, “África para Dentro”, especialmente composto para o III CONCLADIN, existe uma busca interna em cada um dos corpos que dançam como caminho para percorrer a África, observando o diálogo do corpo com seu entorno. O olhar para o continente de forte influência na formação do povo brasileiro é um olhar profundo sobre a trajetória do movimento corpóreo, através do passar do tempo, com o trilhar das histórias de vida.
Com concepção de Moema Guimarães, as intérpretes criadoras Dany Gianotti, Hiadine Corrêa e Neila Andrade mergulham nesse caminhar interno, olhando para fora, utilizando elementos da oralidade como a música do grupo belga/Congo Zap Mama e o mito sobre a origem da água e dos alimentos, contado entre o povo Ashanti, antigo Império na África Central que se estendia da Gana central para o Togo dos dias atuais e Costa do Marfim.
Buscando o diálogo com o próprio corpo e com o ancestral, o estudo de movimento foi feito a partir da movimentação dos animais, do estar em ninhada, do momento da fêmea com a cria, do corpo da fêmea, de danças e rituais em círculos e do tato e contato com o corpo do outro ser.
O cerne desse estudo consiste em como instinto e cultura se entrelaçam tendo como feixe o “ser fêmea”, e nesse diálogo as individualidades caminham banhadas pela fertilidade e sentimento; vivenciando o “dar as mãos” como celebração de existência em comunidade, olhando o passado num fazer presente de seres vivos e como um clamar pela essência de ser humano.
Para dentro do “ser fêmea”, e esse “ser” para dentro dos outros seres, são carnes emaranhadas, são vidas dependentes, umas das outras.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Grito Rock Araraquara
O Grito Rock Araraquara aconteceu nos dias 18, 19 e 20 de Março em três locais diferentes e reuniu um total de oito bandas, um grupo de dança e dois grupos de teatro. Todos os dias deram uma grande movimentação de público e conseguimos cumprir bem o papel de maior festival integrado da América Latina. No total foram cerca de mil e duzentas pessoas somando os três dias.
E a Cia Caipira estava por lá marcando presença!!!
No primeiro dia, 18 de março, no Teatro Wallace Leal, foram arrecadados vários quilos que foram encaminhados para doação à assistência social da prefeitura e esta redistribuirá para as entidades beneficentes da cidade. A entrada e todo o espaço estavam repletos de obras do artista araraquarense Tames Santos na sua exposição: “De um pequeno delírio ao início de uma produção Imagética”
Com pouco mais que cinquenta pessoas, a primeira banda a se apresentar, Bexigão de Pedra, abriu a bateria de shows.
Na área externa do teatro várias mesas já ocupadas e as canecas cheias demonstravam que o evento realmente bombaria. Montada também estava nossa banquinha de circulação com vários CD’s, de bandas do Circuito Fora do Eixo e independentes variadas, aguçando a curiosidade alheia em conhecer novos ótimos sons e incentivar a cadeia de produção autoral independente. Vários produtos trocados que agora estão circulando nos arredores laranjais de Araraquara.
A intervenção com o público feita pela Companhia Caipira de Dança surpreendeu-os na espera do segundo show. Com fones de ouvidos grandes as três integrantes da Cia se misturavam junto ao público com seus contorcionismos contemporâneos ora malucos e extravagantes ora ritmados e coordenados. Os olhares pasmos, de início, demonstraram uma apreensão e, em seguida, já começavam a mirabolar hipóteses como também a entrarem, literalmente, na dança. O número consistia exatamente em alguns escolhidos casualmente que se propusessem a ouvir uma canção aleatória no reprodutor de MP3 e, sem que as dançarinas ouvissem nada, elas faziam uma performance em frente destes. De uma maneira misteriosa as coincidências casuais nas músicas do ouvinte com o improviso das garotas cabiam de tal maneira cômica digna da sensação do fim de um show de mágicas em que o espectador, desconfiado, procura desvendar o mistério do ilusionismo. Mas nesse caso não havia mistérios, apenas a prova de que, talvez, a casualidade e espontaneidade estejam diretamente relacionadas com a maré do mundo.
Fragmento do texto de Rodrigo Melhado, leia na íntegra no site gritorock.blogspot.com
Os laços
Meu Deus! Como é engraçado!
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço… uma fita dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando…devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso…
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
poema O Laço e o Abraço, de Mário Quintana.
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço… uma fita dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando…devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso…
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
poema O Laço e o Abraço, de Mário Quintana.
E o tempo passa...
Depois de um descanso merecido, a Cia Caipira volta as atividades!!!
No mês de fevereiro realizamos um processo de estudo profundo das relações entre nós e os outros a nossa volta.
Os laboratórios envolveram pesquisa de musicas, pesquisa de conversas, muitas conversas, pesquisa de corpo, pesquisa da teoria da Dança Mundial, e novamente muita conversa.
E ao longo desse inicio de ano fortalecemos nossas parceiras e começamos também novos laços, que já se expadem em flores de manhãs ensolaradas!
No mês de fevereiro realizamos um processo de estudo profundo das relações entre nós e os outros a nossa volta.
Os laboratórios envolveram pesquisa de musicas, pesquisa de conversas, muitas conversas, pesquisa de corpo, pesquisa da teoria da Dança Mundial, e novamente muita conversa.
E ao longo desse inicio de ano fortalecemos nossas parceiras e começamos também novos laços, que já se expadem em flores de manhãs ensolaradas!
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Fotos inéditas!!!!
sábado, 27 de novembro de 2010
Mestre Jorge: Cotidiano, arte e alma
Nota de Falecimento
É com extremo pesar que comunico o falecimento de Jorge Brandão Coutinho. O escultor Mestre Jorge, de 78 anos faleceu na madrugada desta quarta-feira, depois de ter passado 13 dias na UTI, não aguentou após uma falência múltipla dos órgãos. Seu corpo está sendo velado no Velório Almeida e será enterrado às 16h30, no Cemitério São Bento.
O artista nasceu em Araraquara em 1932 e aproximou-se da escultura na adolescência, exercitando-a paralelamente a outros trabalhos. Suas obras retratam figuras e cenas cotidianas e temas do dia-a-dia, com uma estimativa de que tenha produzido mais de 400 peças, que podem levar horas ou anos para serem finalizadas dependendo da inspiração do artista, da complexidade e do tamanho do trabalho.
É com imenso prazer que Letícia Barrionuevo Brandão e eu desenvolvemos um livro reportagem que conta a história e retrata as obras de Mestre Jorge para o Trabalho de Conclusão de Curso de Jornalismo, que será defendido na próxima terça-feira, dia 30 no Centro Universitário de Araraquara (Uniara).
"A você, Mestre Jorge, o nosso carinho, respeito e admiração".
Por: Flavia Chiossi Poli
Extraído de http://www.mestrejorge.blogspot.com/

A profunda admiração e respeito da Cia ao Mestre.
É com extremo pesar que comunico o falecimento de Jorge Brandão Coutinho. O escultor Mestre Jorge, de 78 anos faleceu na madrugada desta quarta-feira, depois de ter passado 13 dias na UTI, não aguentou após uma falência múltipla dos órgãos. Seu corpo está sendo velado no Velório Almeida e será enterrado às 16h30, no Cemitério São Bento.
O artista nasceu em Araraquara em 1932 e aproximou-se da escultura na adolescência, exercitando-a paralelamente a outros trabalhos. Suas obras retratam figuras e cenas cotidianas e temas do dia-a-dia, com uma estimativa de que tenha produzido mais de 400 peças, que podem levar horas ou anos para serem finalizadas dependendo da inspiração do artista, da complexidade e do tamanho do trabalho.
É com imenso prazer que Letícia Barrionuevo Brandão e eu desenvolvemos um livro reportagem que conta a história e retrata as obras de Mestre Jorge para o Trabalho de Conclusão de Curso de Jornalismo, que será defendido na próxima terça-feira, dia 30 no Centro Universitário de Araraquara (Uniara).
"A você, Mestre Jorge, o nosso carinho, respeito e admiração".
Por: Flavia Chiossi Poli
Extraído de http://www.mestrejorge.blogspot.com/
A profunda admiração e respeito da Cia ao Mestre.
As meninas
As autoras da coreografia e participantes desse processo criativo ao longo do ano,
Jéssica, Mari e Samy.



Diálogos pós apresentação...
"PARABENS MENINAS!!!!!!!
ESPERO QUE ESTA EXPERIENCIA SEJA "A SEGUNDA DE MUITAS"
VOCÊS ESTAVAM LINDAS,DESINIBIDAS,SEGURAS E MUITO A VONTADE COM O ESPAÇO.
OBRIGADA MAIS UMA VEZ E,
PARABENS!!!!"
Hiadine Correa
"Foi lindo mesmo...
foi realmente uma apresentação muito bonita, simples e sensivel.
foi um semestre de sentimento. Mais do que nos conhecermos, conhecemos
nossos corpos e essências. Trocamos passos, experiencias, palavras,
expectativas."
Neila Andrade
"Foi mesmo uma experiência muito boa.
Ali na grama, não podia ter sido em um lugar melhor.
E sentir essa sintonia dos nossos passos projetados, pensados em conjunto.
Foi bom mesmo!
quero sempre fazer isso!"
Mariana Campos
"Adorei a experiência de conviver com pessoas tão especiais,
ao mesmo tempo que dançava, conhecia e reconhecia meu corpo.
Não pretendo deixar de dançar tão cedo!!"
Samira Chedid
Jéssica, Mari e Samy.

Diálogos pós apresentação...
"PARABENS MENINAS!!!!!!!
ESPERO QUE ESTA EXPERIENCIA SEJA "A SEGUNDA DE MUITAS"
VOCÊS ESTAVAM LINDAS,DESINIBIDAS,SEGURAS E MUITO A VONTADE COM O ESPAÇO.
OBRIGADA MAIS UMA VEZ E,
PARABENS!!!!"
Hiadine Correa
"Foi lindo mesmo...
foi realmente uma apresentação muito bonita, simples e sensivel.
foi um semestre de sentimento. Mais do que nos conhecermos, conhecemos
nossos corpos e essências. Trocamos passos, experiencias, palavras,
expectativas."
Neila Andrade
"Foi mesmo uma experiência muito boa.
Ali na grama, não podia ter sido em um lugar melhor.
E sentir essa sintonia dos nossos passos projetados, pensados em conjunto.
Foi bom mesmo!
quero sempre fazer isso!"
Mariana Campos
"Adorei a experiência de conviver com pessoas tão especiais,
ao mesmo tempo que dançava, conhecia e reconhecia meu corpo.
Não pretendo deixar de dançar tão cedo!!"
Samira Chedid
A música
Durante o processo criativo da oficina foi desenvolvia a coreografia apresentada com nome "Identidade" ao som de Avohai. A busca por falar do que nos constitui, de nós mesmas,dos laços, de nossas histórias e convívios, em meio ao sol, à grama e ao movimento.
Avôhai
Zé Ramalho
Composição: Zé Ramalho
Um velho cruza a soleira
De botas longas, de barbas longas
De ouro o brilho do seu colar
Na laje fria onde quarava
Sua camisa e seu alforje
De caçador...
Oh! Meu velho e Invisível
Avôhai!
Oh! Meu velho e Indivisível
Avôhai!
Neblina turva e brilhante
Em meu cérebro coágulos de sol
Amanita matutina
E que transparente cortina
Ao meu redor...
E se eu disser
Que é meio sabido
Você diz que é bem pior
E pior do que planeta
Quando perde o girassol...
É o terço de brilhante
Nos dedos de minha avó
E nunca mais eu tive medo
Da porteira
Nem também da companheira
Que nunca dormia só...
Avôhai!
Avô e Pai
Avôhai!
O brejo cruza a poeira
De fato existe
Um tom mais leve
Na palidez desse pessoal
Pares de olhos tão profundos
Que amargam as pessoas
Que fitar...
Mas que devem sua vida
Sua alma na altura que mandar
São os olhos, são as asas
Cabelos de Avôhai...
Na pedra de turmalina
E no terreiro da usina
Eu me criei
Voava de madrugada
E na cratera condenada
Eu me calei
Se eu calei foi de tristeza
Você cala por calar
E calado vai ficando
Só fala quando eu mandar...
Rebuscando a consciência
Com medo de viajar
Até o meio da cabeça do cometa
Girando na carrapeta
No jogo de improvisar
Entrecortando
Eu sigo dentro a linha reta
Eu tenho a palavra certa
Prá doutor não reclamar...
Avôhai! Avôhai!
Avôhai! Avôhai!
Avôhai
Zé Ramalho
Composição: Zé Ramalho
Um velho cruza a soleira
De botas longas, de barbas longas
De ouro o brilho do seu colar
Na laje fria onde quarava
Sua camisa e seu alforje
De caçador...
Oh! Meu velho e Invisível
Avôhai!
Oh! Meu velho e Indivisível
Avôhai!
Neblina turva e brilhante
Em meu cérebro coágulos de sol
Amanita matutina
E que transparente cortina
Ao meu redor...
E se eu disser
Que é meio sabido
Você diz que é bem pior
E pior do que planeta
Quando perde o girassol...
É o terço de brilhante
Nos dedos de minha avó
E nunca mais eu tive medo
Da porteira
Nem também da companheira
Que nunca dormia só...
Avôhai!
Avô e Pai
Avôhai!
O brejo cruza a poeira
De fato existe
Um tom mais leve
Na palidez desse pessoal
Pares de olhos tão profundos
Que amargam as pessoas
Que fitar...
Mas que devem sua vida
Sua alma na altura que mandar
São os olhos, são as asas
Cabelos de Avôhai...
Na pedra de turmalina
E no terreiro da usina
Eu me criei
Voava de madrugada
E na cratera condenada
Eu me calei
Se eu calei foi de tristeza
Você cala por calar
E calado vai ficando
Só fala quando eu mandar...
Rebuscando a consciência
Com medo de viajar
Até o meio da cabeça do cometa
Girando na carrapeta
No jogo de improvisar
Entrecortando
Eu sigo dentro a linha reta
Eu tenho a palavra certa
Prá doutor não reclamar...
Avôhai! Avôhai!
Avôhai! Avôhai!
A dança no campus.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Trocas no Campus!
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
A sensibilidade da troca
Nesse sábado, 23 de outubro, a Cia Caipira deu continuidade a seus estudos de uma nova forma, um experimento corporal com crianças de 4 a 14 anos no Assentamento Monte Alegre de Araraquara.
A atividade ocorreu na escola do assentamento durante uma comemoração ao dia das crianças. Entre os comes e bebes a proposta era de conversar, brincar e saber como á o dia a dia de tais crianças.
Atividades lúdicas, jogos teatrais e experimentações da dança contemporânea buscaram a aproximação das crianças com a Cia,do universo da dança com os meninos que corriam muito e jogavam bola e com as meninas que conversavam sobre meninos e astros da música pop, corriam e pulavam muito também.
Muita vontade de conhecer novos cotidianos. Muita vontade de conhecer e transmitir carinho as pessoas. Ambos os lados banhados por tal sensibilidade.
Nas palavras da Cia:
Neila Andrade
"Foi muito bom hj!
Nossa quantas crianças juntas olhando pra gente!
Eu e Hiadine suamos muito...ahuhauhauah literalmente..
muito bom se a gente conseguir fazer apresentações e oficinas no
assentamento periodicamente...
hj fizemos atividades com crianças de 4 a 6 anos e depois com algumas
de 13 e 14.
temos que conversar sobre essas oficinas, sobre como e quais
exercicios são melhores e coisa e tal.
E to exausta! e feliz!"
Hiadine Corrêa
"REALMENTE,FORAM MUITAS CRIANÇAS MESMO...
DEU PRA PERCEBER,QUE ELAS PRECISAM SE ENVOLVER MAIS COM A DANÇA.EXISTE DENTRO DELAS MUITA VONTADE DE CONHECER A DANÇA CONTEMPORANEA...
LÁ O ACESSO A ISSO,AINDA NÃO INVENTARAM.ACREDITO QUE SOMOS UM MEIO DE ACESSO A TAL ARTE.
É UM CASO PRA NÓS DA CIA,SENTARMOS E CONVERSARMOS A RESPEITO!!!
VALEU MUITO A PENA,FOI REALMENTE,GRATIFICANTE!!!!"
A atividade ocorreu na escola do assentamento durante uma comemoração ao dia das crianças. Entre os comes e bebes a proposta era de conversar, brincar e saber como á o dia a dia de tais crianças.
Atividades lúdicas, jogos teatrais e experimentações da dança contemporânea buscaram a aproximação das crianças com a Cia,do universo da dança com os meninos que corriam muito e jogavam bola e com as meninas que conversavam sobre meninos e astros da música pop, corriam e pulavam muito também.
Muita vontade de conhecer novos cotidianos. Muita vontade de conhecer e transmitir carinho as pessoas. Ambos os lados banhados por tal sensibilidade.
Nas palavras da Cia:
Neila Andrade
"Foi muito bom hj!
Nossa quantas crianças juntas olhando pra gente!
Eu e Hiadine suamos muito...ahuhauhauah literalmente..
muito bom se a gente conseguir fazer apresentações e oficinas no
assentamento periodicamente...
hj fizemos atividades com crianças de 4 a 6 anos e depois com algumas
de 13 e 14.
temos que conversar sobre essas oficinas, sobre como e quais
exercicios são melhores e coisa e tal.
E to exausta! e feliz!"
Hiadine Corrêa
"REALMENTE,FORAM MUITAS CRIANÇAS MESMO...
DEU PRA PERCEBER,QUE ELAS PRECISAM SE ENVOLVER MAIS COM A DANÇA.EXISTE DENTRO DELAS MUITA VONTADE DE CONHECER A DANÇA CONTEMPORANEA...
LÁ O ACESSO A ISSO,AINDA NÃO INVENTARAM.ACREDITO QUE SOMOS UM MEIO DE ACESSO A TAL ARTE.
É UM CASO PRA NÓS DA CIA,SENTARMOS E CONVERSARMOS A RESPEITO!!!
VALEU MUITO A PENA,FOI REALMENTE,GRATIFICANTE!!!!"
domingo, 10 de outubro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Macaco: Movimento Artístico e Cultural do CAASO
A 6ª Semana do MACACO será realizada de 18 a 26 de setembro de 2010.
Cia Caipira no Domingo e na Segunda-feira.
DOMINGO [19/9]
a partir das 19h30: SARAU Artístico-Gastronômico
com:
Cia Caipira [e a performance Ensaio para Dia sem Sapatilha]
+ performances musicais
+ espaço para declamações e intervenções livres
+ comes e bebes [leve um vinho, quitutes, ingredientes para cozinhar, e o que mais quiser...]
:: na sede do Instituto Cultural Janela Aberta [rua Conde do Pinhal, nº 2340]
SEGUNDA-FEIRA [20/9]
a partir das 12h: INTERVENÇÃO
Ensaio para Dia sem Sapatilha [performance da Cia Caipira de Dança, de Araraquara]
:: no CAASO
Veja a Programação completa da Semana do MACACO 2010 em macacaaso.blogspot.com
Cia Caipira no Domingo e na Segunda-feira.
DOMINGO [19/9]
a partir das 19h30: SARAU Artístico-Gastronômico
com:
Cia Caipira [e a performance Ensaio para Dia sem Sapatilha]
+ performances musicais
+ espaço para declamações e intervenções livres
+ comes e bebes [leve um vinho, quitutes, ingredientes para cozinhar, e o que mais quiser...]
:: na sede do Instituto Cultural Janela Aberta [rua Conde do Pinhal, nº 2340]
SEGUNDA-FEIRA [20/9]
a partir das 12h: INTERVENÇÃO
Ensaio para Dia sem Sapatilha [performance da Cia Caipira de Dança, de Araraquara]
:: no CAASO
Veja a Programação completa da Semana do MACACO 2010 em macacaaso.blogspot.com
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